"Nasci quase dentro do Náutico, em uma rua em frente ao estádio e ali cresci toda a minha vida até sair de Recife adulto, formado, casado. Convivia com os jogadores do time, que por ali viviam, conversavam. Então, era mais que natural que eu virasse um Flanaútico, um Timpu.
Apesar de, em minha casa, meu pai e meu irmão serem Sport e minha mãe, Santa Cruz, fui Náutico desde criança. Tenho grandes lembranças de estar constantemente na sede, de assistir a jogos, de ver partidas de tênis – esporte que nunca joguei –, olhar a partida de bilhar dos mais velhos. Foi uma convivência muito boa.
Lembro-me bem de ver o Timbu tetracampeão em 1966. O Timbu chegou a ser hexa, mas o quarto campeonato seguido me deixou mais gratificado. Há dois piores momentos como torcedor: quando a sede pegou fogo, e da minha rua era possível observar o fumaça; outro foi mais recente: o jogo do Náutico contra o Grêmio a que assisti em um shopping de Brasília. E foi realmente uma grande injustiça com o Náutico. Ídolo mesmo para mim foi o Caiçara, uma grande beque esquerda, como se dizia na época.
Enfim, ser torcedor do Clube Náutico Capibaribe é sentir uma grande alegria ao ver a camisa vermelha e branca entrando em campo, sobretudo aquela que possui listras verticais. Pessoalmente, acho aquela camisa muito bonita.
Náutico de todos os tempos: da minha época de adolescente
Melhor momento: ver o Caiçara jogar
Piores momentos: a sede pegar fogo e a derrota para o Grêmio em 2005.
Ser torcedor do Náutico é sentir alegria ao ver a camisa vermelha e branca entrar em campo"
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